Em setembro de 2026, as exportações brasileiras para a União Europeia (UE) alcançaram US$ 6,95 bilhões, representando um aumento de 60,1% em comparação com os US$ 4,34 bilhões registrados no mesmo mês de 2025. Por outro lado, as importações brasileiras da UE tiveram uma queda de 8,7%, totalizando US$ 4,06 bilhões, em relação aos US$ 4,45 bilhões do ano anterior. Como resultado, a balança comercial com esse bloco ficou com um superávit de US$ 2,89 bilhões.
No somatório de operações entre janeiro e setembro de 2026, as exportações para a UE cresceram 20% em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo US$ 44,15 bilhões. Já as importações apresentaram uma leve alta de 0,8%, somando US$ 38,05 bilhões. Isso resultou em um superávit comercial de US$ 6,10 bilhões nesse intervalo.
No contexto das relações comerciais com a Argentina, as exportações brasileiras diminuíram 25,2%, totalizando US$ 1,36 bilhão. Entretanto, as importações aumentaram 5,7%, resultando em um total de US$ 1,31 bilhão. Dessa forma, a relação comercial com este país gerou um superávit de US$ 50 milhões em setembro.
No acumulado dos nove primeiros meses do ano, as exportações para a Argentina caíram 18,5%, alcançando US$ 11,58 bilhões. As importações, por sua vez, cresceram 4,4%, totalizando US$ 9,95 bilhões. Assim, a balança comercial com a Argentina registrou um saldo positivo de US$ 1,63 bilhão nesse período.
A Argentina e a União Europeia, juntamente com a China e os Estados Unidos, figuram entre os principais parceiros comerciais do Brasil. Os dados da balança comercial referentes a setembro, que mostraram um superávit total de US$ 7,741 bilhões, foram divulgados nesta terça-feira pela Secretaria de Comércio Exterior.
